Poema Específico e aos Demais Sete
Estava ali, na cara,
diante dos olhos,
o erro absurdo,
inaceitável,
que inibiria
seguir em frente
e arriscar-se
ao desconhecido!
Uma bocarra
que engoliria
o antigo muro de Berlim
ou a qualquer outro!
Principalmente
o mais frágil deles,
o meu!
Não foi Emi(lia)
e nem Ceci(lia),
Não foi Natá(lia)
e em Amá(lia),
Não foi Auré(lia)
e nem Ta(lia)!
Foi você, amiga,
a me avisar
do que: “denegriria
a naturalidade
e o bom gosto!”
Eu, a princípio,
não entendera!
Tentei lhe explicar
o inexplicável!
Você sorriu
e me disse:“tranquilo!”
Inesperadamente o percebi
e desabei feito um muro mal feito!
Perdão a você, amiga!
Perdão aos demais
que se sentiram agredidos!
A pressa é inimiga da perfeição,
já dizia o jargão!
Nada como um gole de café
após o outro!
Corrigí-me
e corrigido está!